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"Isso mesmo. Por centenas de anos os deuses tentaram nos separar, para que não entrássemos em guerra. Mas há uma forma melhor de manter a paz: pela cooperação."

–Reyna, em O Sangue do Olimpo

Reyna Avila Ramírez-Arellano é uma semideusa filha de Belona e irmã de Hylla Ramírez-Arellano, a atual rainha das Amazonas. Reyna foi pretora do Acampamento Júpiter por quatro anos, até se aposentar de seu cargo e jurar lealdade a Ártemis, se juntando as caçadoras. 

Ela é constantemente descrita como sendo acompanhada por dois cachorros autômatos feitos de ouro e prata, respectivamente Aurum e Argentium. Eles são os seus companheiros e guarda-costas pessoais, os cães também são capazes de farejar quando alguém está mentindo. Cada animal tem um par de olhos de rubi.   

História Editar

Reyna e sua irmã mais velha, Hylla, nasceram da união entre a deusa Belona e o mortal Julian Ramírez-Arellano em San Juan, Porto Rico.

A família Ramírez-Arellano é muito antiga e sempre foi cheia de guerreiros. De acordo com Reyna, Belona sempre favoreceu o clã, se tornando até mesmo deusa padroeira de sua família. Milênios atrás, a deusa declarou que a família Ramírez-Arellano desempenharia papéis fundamentais em muitas batalhas.

Hylla descreve o pai como sendo um homem carinhoso quando ela era pequena, antes de Reyna nascer. Porém, quando retornou da guerra no Iraque, ele nunca mais foi o mesmo, Julian desenvolveu TEPT (Estresse pós-traumático) e nunca conseguiu superar seus pensamentos sobre a guerra. E sua obsessão por Belona só pioraram seu quadro clínico, a deusa havia lhe mostrado um vislumbre do futuro e contando a ele que o legado de Romana nunca se extinguira enquanto houvesse alguém da linagem Ramírez-Arellano para defende-la.

As palavras de Belona o deixaram paranoico, Julian acreditava que elas eram um aviso de que sua família seria exterminada e que o legado de Roma terminaria. Seu pai se tornava gradativamente cada vez mais obcecado, ele via inimigos em todos os lugares, transformou a casa deles em uma fortaleza, colecionava armas.

Á noite, trancava suas filhas no quarto e se elas fugissem, ele gritava e quebrava móveis pela casa. Reyna conta que seu pai passou até mesmo a ver ela e Hylla como inimigas, achava que estavam sabotando ele.

Julian estava tão paranóico, que lentamente começou a se reduzir a um mania, se transformando em um fantasma. No ápice de sua loucura, ele agrediu Hylla ao jogar uma cadeira nela, que desmaiou com o impacto. Reyna, assustada e irritada, achando que a irmã estava morta, perdeu o controle e por impulso ela o atacou o pai com um sabre feito de Ouro Imperial. E não sabendo que se tratava de um metal mágico, Reyna acidentalmente o matou, cometendo patricídio.

Vida na Ilha de Circe Editar

Algum tempo depois, Reyna e Hylla passaram a morar e trabalhar no Spa e Resort da C.C., administrado por Circe. Posteriormente sua nova casa foi destruída durante O Mar dos Monstros, quando Percy Jackson e Annabeth Chase acidentalmente transformaram Barba Negra, filho de Ares, e sua tripulação em humanos novamente usando os multivitamínicos de Hermes. Os piratas juraram vingança contra Circe, por tê-los mantidos presos na forma de porquinhos da Índia e destruíram o Spa, levando Reyna e Hylla como prisioneiras no processo.

As irmãs rapidamente aprenderam a lutar e conquistaram seu espaço no navio, deixando de serem apenas duas garotas enclausurada pela tripulação e passando a se tornar parte dela. De acordo com Reyna, sua irmã se tornará mais piratas do que os próprios piratas. Duelando por sua liberdade, ela conquistou tamanho respeito da tripulação, que Barba-Negra as libertou temendo que Hylla usurpasse seu navio.

Eventualmente, as duas irmãs seguiram caminhos separados. Hylla se juntou ás amazona, tornando-se futuramente sua rainha. Enquanto Reyna encontrou a Casa dos Lobos e seguiu para Acampamento Júpiter, onde mais tarde acabou se tornando pretora.

Vida no Acampamento Júpiter Editar

Antes dos acontecimentos da saga Heróis do Olimpo, poucos detalhes são dados sobre os quatro anos de serviço de Reyna a legião. Uma de suas aventuras conhecidas, foi a uma missão a Charleston, junto de Jason Grace, para recuperar um estoque de torpedos de Ouro Imperial do Submarino Militar CSS Hunley em Forte Sumter.

Sabe-se também que ela alcançou a posição de pretora em pouco tempo, logo tornando-se uma grande líder. Carregou por um tempo o fardo de comandar sozinha a Décima Segunda Legião, um trabalho previsto para duas pessoas exerceram, mas Reyna não se deixou enfraquecer.

Em A Tumba do Tirano, Frank Zhang diz que Reyna ofereceu muito a legião, que foi a melhor mentora possível e nunca poderá ser substituída.

A Batalha de Manhattan Editar

Enquanto os semideuses do Acampamento Meio-Sangue enfrentavam o exército de Cronos para proteger o Olimpo, Jason e Reyna comandavam a Décima Segunda Legião num ataque contra a base dos Titãs, no Monte Ótris. Sob a liderança de ambos, os semideuses roamanos acabaram com a base dos titãs e destruíram o Trono Negro de Cronos.

Personalidade Editar

Reyna é uma líder forte, valente, rigorosa e madura. Ela dá o melhor de si para manter o Acampamento Júpiter nos trilhos e Nova Roma segura, por isso ela exige eficiência e disciplina de seus legionários. Raras são as vezes em que ela é vista sem sua postura firme e centrada, pois teme que qualquer demonstração de fraqueza possa instaurar insegurança ou medo na legião. Desse modo, ela prefere não esboçar suas emoções e opta por manter uma imagem pública forte, para não perder moral em campo.

É uma semideusa desconfiada, sempre duvida daqueles que desconhece ou que aparentam não serem honestos com ela. Para isso ela conta com a ajuda de seus cães autômatos, para ajudar-lhe a saber quando estão ou não mentindo para ela. Reyna também não é do tipo que gosta de ter suas ordens questionadas.

Externamente, ela projeta a imagem de uma líder confiante e sem medo, mas internamente Reyna está cansada. Tem poucas amizades, porém sabe ser calma e compreensiva com aqueles que gosta ou com aqueles necessitam dela.

Depois que Jason começou a namorar, Percy demonstrar desinteresse por ela e liderando sozinha o Acampamento Júpiter a tanto tempo, Reyna começou a se sentir desesperançosa e solitária, mas isso não abalou seu desempenho para salvar os acampamentos.

Apesar de seu cansaço e de todos os seus sentimentos conflitantes, Reyna não mediu esforços e sacrifícios pra ir recuperar a Atena Partenos, foi forte e corajosa o bastante para viajar pelo Mare Nostrum sozinha, contando apenas com o auxílio de seus cães e seu pegáso Cipião. Esse que por sua vez foi gravemente ferido na perigosa travessia e teve que ser sacrificado.

Reyna odeia que as pessoas usem seu nome completo. Ela deixou o sobrenome pra trás quando deixou Porto Rico, quando era ainda criança, e chamá-la por Ramírez-Arellano traz de volta muitas memórias desagradáveis pertencentes a seu pai abusivo.

Externamente, Reyna projeta a imagem de uma líder confiante e sem medo, mas internamente ela está cansada. Tem poucas amizades, porém sabe ser calma e compreensível com quem gosta ou com quem necessita dela.deia que as pessoas usem seu nome completo. Ela deixou o sobrenome pra trás quando deixou Puerto Rico, quando era ainda criança, e chamá-la por Ramírez-Arellano traz de volta muitas memórias desagradáveis pertencentes a seu pai abusivo.

AparênciaEditar

Percy descreve Reyna como tendo mais ou menos 16 anos, olhos negros perfurantes e longos cabelos pretos, que são amarrados em uma simples trança. Ele também a descreve como tendo a postura de um espadachim – relaxada, mas ainda sim vigilante, como se pronta para entrar em ação a qualquer momento.

Piper Mclean a descreve como linda, poderosa e romana.

Reyna normalmente veste uma capa roxa, acompanhada de uma armadura militar romana dourada. A tatuagem em seu braço direito é a marca de sua mãe divina, Belona, representada por uma tocha e uma espada cruzadas, e embaixo a sigla SPQR (Senatus Populusque Romanus) com quatro linhas, marcando os quatro anos que serviu na Legião.  

Etimologia Editar

O nome Reyna em espanhol significa "rainha", uma possível homenagem para o fato de que ela é pretora do Acampamento Júpiter. O nome do meio de Reyna, Avila, está enraizada na palavra germânica "avi". O significado exato de "avi" é desconhecido, mas uma possibilidade comum é "desejada". "Ramirez" é espanhol para "filho de Ramiro". "Ramiro" é a forma espanhola de Ramirus, a forma latinizada de um nome visigótico derivado dos elementos germânicos "ragin" e "mari", que significam, respectivamente, "conselho" e "famoso".

Itens mágicosEditar

  • Lança-Espada: Reyna tem um pilo de ouro imperial, como mostrado durante as sagas. Ele pode alternar sua forma entre um pilo e um gládio, na vontade da semideusa.
  • Punhal: Reyna também tem um punhal de ouro imperial que ela mostra pra Percy.
  • Canivete de prata: Uma faca de prata que Reyna mantém em todos os momentos, no caso de ser atacada por lobisomens.
  • Armadura: Armadura completa de uma oficial romana.
  • Sacola: Uma mochila das Caçadores de Ártemis, dada a Reyna por Phoebe. Ele contém poções, dardos tranquilizantes e uma tenda de cura bem mobilada e altamente portátil.
  • Manto Aegis: Quando Reyna prova sua imensa bravura lutando contra o gigante Órion, Atena e Belona lhe concedem uma benção e encantam sua capa com invulnerabilidade, dotando-a de poder.

Habilidades Editar

  • Espanhol: Reyna é fluente em por ter nascido em Porto Rico.
  • TDAH: Como a maioria dos semideuses, Reyna possui reflexos sobrenaturais inatos de batalha e usa o TDAH para analisar o estilo de luta do oponente.
  • Dislexia : Reyna pode ser disléxica, o que faz com que seu cérebro leia em latim em vez de línguas modernas.
  • Combate: Como filha de Belona, Reyna é naturalmente muito hábil em combate armado e corpo-a-corpo. Ela é muito habilidosa na luta com lança (pilo), espada (gládio e sabre) ou faca. Reyna foi apta o suficiente para lutar contra todos os monstros através do Atlântico para a viagem pelo mar mediterrâneo. E quando auxiliado pelo poder de Atena e Belona, ​​Reyna derrotou o formidável gigante Órion.
  • Telumkinesis: Como filha de Belona, ​​Reyna é um especialista natural em armas, compreendendo como usar armas mais rápido do que a maioria dos outros semideuses. Tem certo grau de controle mágico sobre armas.
  • Fortalecimento: Reyna pode partilhar a sua força e coragem com os outros, como ela fez várias vezes com Nico em O Sangue do Olimpo. Mas ela não gosta de fazê-lo, uma vez que sente que os outros vão pensar que ela está os controlando. É mais eficaz em grandes grupos. Em contrapartida, ela sente todas as emoções daqueles para quem concede a força. Sua tatuagem queima quando ela usa esta habilidade.
  • Necromancia (limitada): Estando no posto de pretora, Reyna pode controlar fantasmas e esqueletos mortos de Legionários Romanos antigos, como mostra O Sangue do Olimpo, quando ela os usou para ajudá-la, Nico e Treinador Hedge a afastar os fantasmas da terra.
  • Manipulação do medo: capacidade exclusiva dos semideuses romanos em dominar olhar do lobo, habilidade que intimida seus inimigos.
  • Força Sobre-Humana: Sendo uma semideusa, Reyna é mais forte do que um mortal comum. Como mostrado quando ela derrubou lobisomens usando apenas um canivete de prata.
  • Agilidade Sobre-Humana: Sendo uma semideusa, Reyna é mais ágil que um mortal comum. Como mostrado quando ela usou, com facilidade, o arco do gigante Órion como apoio para dar impulso e saltar "como uma ginasta".
  • Durabilidade Sobre-Humana: Sendo uma semideusa, Reyna é mais durável do que um mortal comum.
  • Resistência Sobre-Humana: Sendo uma semideusa, Reyna é mais resistente que um mortal comum.

Como caçadora de Ártemis, Reyna adquire as seguintes habilidades e vantagens:

  • Fisiologia Aprimorada: Como caçadora, Reyna é naturalmente um pouco mais forte e mais rápida que um semideus comum.
  • Zoolingualismo: Reyna pode se comunicar com animais leais a Ártemis, como lobos, falcões, cervos e etc.
  • Imortalidade da Caçadora: Ao se juntar a caçada, Reyna se tornou imortal, a menos que caia em batalha ou quebre seus votos. Sua imortalidade a torna imune a doenças e ao envelhecimento.

Animais mágicos/acompanhantes Editar

  • Aurum: Cão de guarda autômato feito de ouro que aparece sempre que Reyna desejar.
  • Argentum: Cão de guarda autômato feito de prata que aparece sempre que Reyna desejar.
  • Scipio ou Cipião (falecido): Posteriormente o único pégaso do Acampamento Júpiter, era a fiel montaria de Reyna. Ele é apelidado de Skippy (Skippy é uma marca de amendoim. Esse apelido foi dado porque Scipio tem a pelugem da cor de amendoim) pelos campistas.
  • Guido: Depois de ser nomeada como Amiga dos Cavalos pelo próprio Lorde Pegasus, seu filho Guido "adota" Reyna como sua humana.

Amizades Editar

  • Annabeth Chase: Annabeth talvez seja a coisa mais próxima de um amigo que Reyna tenha. Elas parecem se dar bem à primeira vista em A Marca de Atena e tem uma conversa amigável, até serem interrompidas pelos bombardeamentos no Acampamento Júpiter. Reyna também teve a chance de matar Annabeth quando a encontrou novamente; ela não o fez e a deixou escapar, porém disse que na próxima vez que se encontrassem seriam inimigas no campo de batalha mesmo que respeitasse sua ousadia.
  • Nico di Ângelo e Treinador Hedge: Os dois viraram amigos de Reyna depois da missão de salvar a estátua. Reyna chega a considerar Nico como um irmão mais novo.
  • Piper McLean: Depois da guerra contra Gaia, as duas viram amigas.
  • Frank Zhang: Enquanto pretores juntos, Reyna foi sua mentora e eles se tornaram amigos.
  • Jason Grace: Eles eram bem próximos quando pretores.
  • Thalia Grace: Elas se tornaram amigas a partir de seu primeiro encontro em O Sangue do Olimpo. No quarto livro de As Provações de Apolo, Reyna revela que ela e Thalia são boas amigas e que gostam de conversar por carta.

RivaisEditar

  • Octavian: Este insolente legado parece ser o único que tem coragem de desafiar Reyna. Ele sempre desrespeita, contradiz e atrapalha Reyna, fazendo com que os dois não tenham um bom relacionamento, por isso ela mantinha como últimos planos colocar Octavian como pretor junto a ela, temendo que ele fizesse seus planos irem por água abaixo.

Interesses AmorososEditar

  • Jason Grace: Antes que Jason desaparecesse e perdesse a memória, ele e Reyna pareciam ser bem próximos e ir em muitas missões juntos, como Percy e Annabeth. Quando se dera conta de que Jason estava com Piper, e quando Jason pediu para mostrar a cidade a Piper, Reyna pareceu magoada por ele não ter dado satisfações depois de tanto tempo longe um do outro. Talvez suspeite de que Piper use seus poderes de persuasão em Jason e fique ressentida por ela ser filha de Afrodite e o fato de Jason evitá-la. Mas mesmo assim manteve-se controlada e educada com Piper e os outros.
  • Percy Jackson: Quando Percy ganhou o cargo de pretor e eles começaram a passar mais tempos juntos, como era com Jason, Reyna começou a se interessar pelo filho de Poseidon, mas ele ainda se lembrava de Annabeth, o que deixou Reyna sem esperanças.

Família Editar

  • Hylla: Reyna tem uma relação um pouco difícil com sua irmã Hylla, rainha das Amazonas. Elas se separaram há vários anos, quando Hylla juntou-se às amazonas e Reyna à Décima Segunda Legião. Elas muitas vezes se desentendem, mas ainda se amam muito, apesar das muitas diferenças.

Livros Editar

O Herói Perdido Editar

Jason Grace se recorda de Reyna como sendo uma de suas amizades no Acampamento Júpiter. Ele diz que "definitivamente lembra" de Reyna, indicando que os dois poderiam ter tido um relacionamento. Mas, o que sente por Piper é extremamente mais forte do que isso.

O Filho de NetunoEditar

Quando Juno aparece em sua forma de deusa e apresenta Percy Jackson como um filho de Netuno para Reyna e os outros campistas, ela soa como se conhecesse Percy, porém não quer revelar de onde. Ela é a Pretora da Décima Segunda Legião. Mais tarde, Percy descobre que Reyna morava na ilha de Circe, na época em que eles foram para lá no caminho de O Mar de Monstros. Depois de Circe pedir para suas criadas levarem Annabeth para uma sala e arrumarem-a, Circe manda Percy beber um líquido dizendo que ele vai se tornar mais forte e bonito. Ela mostra a ele uma imagem dele "melhorado" e diz que se tomar o líquido ficaria daquele jeito. Percy bebe e vira um porquinho da Índia. Annabeth o salva e eles explodem a ilha de Circe, que era a casa de Reyna. Ela tem uma irmã chamada Hylla que atualmente é rainha das Amazonas.

A Casa de Hades Editar

O Sangue do Olimpo Editar

A Tumba do Tirano Editar

CuriosidadesEditar

  • Seu nome, Reyna, em espanhol significa rainha.
  • Ela veio de San Juan, Porto Rico.
  • Em seu retrato, há três palavras: Justitia fulmentum regni que significa "Ajuda para o reino da justiça".
  • Seus dois cães, Aurum e Argentum (ouro e prata em latim, respectivamente) são similares aos dados ao Rei Alcino de Phaeacia por Hefesto na mitologia grega.
  • Reyna tem carteira de motorista, já que é vista dirigindo em A Marca de Atena. Isso faz dela a terceira semideusa conhecida a conduzir; sendo Zöe Doce-Amarga a primeira e Percy é o segundo.
  • Apesar de abandonar seu acampamento para ajudar os semideuses no Mar Mediterrâneo, ela foi restabelecida como pretora.
  • A sobremesa favorita de sua infância em San Juan foi Piragua (raspa-raspa coberto com essência de fruta sabor xarope).
  • Reyna foi a única pessoa a possuir um pésagos no Acampamento Júpiter.
  • Antes de A Casa de Hades, Reyna teve mais animais de estimação do que qualquer outro personagem. No entanto, com a morte de Cipião, ela ficou empatada com Percy. No entanto, a partir de Sangue do Olimpo, Guido "adota" Reyna como seu humano, fazendo dela novamente o personagem com mais animais de estimação mais uma vez.
  • Reyna é a único pretora conhecido que não é da Quinta Coorte. Todos os outros pretores conhecidos – Michael Varus, Jason Grace, Percy Jackson, Frank Zhang e Hazel Levesque – foram todos da Quinta. Não se sabe qual coorte Reyna pertence, mas é improvável que seja a Quinta.
  • Uma das bebidas favoritas de Reyna é o chocolate quente.
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