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'''Hedonê''' (em grego: ''Ἡδονή'') na [[Mitologia Grega|mitologia grega]], é a ''daemon'' ou deusa do prazer. Filha de [[Eros]] e [[Psiquê]], nasceu no [[Olimpo]] após [[Hermes]] ter ajudado a sua mãe a voltar do [[tártaro|Tártaro]] com a beleza de [[Perséfone]]. O seu nascimento foi o estopim para que a sua mãe fosse imortalizada como deusa. É classificada como uma das ''daemones'' gregas pois mexe diretamente com a ligação corpo-espírito dos seres humanos. Dotada de luxúria e persuasão é representada como uma mulher com asas de borboleta. Hedonê nunca se casou ou teve filhos, mas admirava e conhecia a história dos pais, uma história bastante bonita e amorosa, conhecida por muitas pessoas.
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É referida na filosofia epicurista pois como um ''daemon'', é fruto da união da paixão com a alma. Mediante uma analogia, desenvolveu-se o termo hedonismo (culto ao prazer); sendo Hedonê que é literalmente "prazer" em grego arcaico. Sua correspondente da mitologia romana é [[Volúpia]] (em latim: ''Voluptas'') Seu oposto é ''algea'', as ''daemones'' da dor e espíritos femininos que trazem tristezas e lágrimas aos homens.[[Categoria:Filhos de Eros]]

Edição atual desde as 02h45min de 2 de junho de 2019

Hedonê (em grego: Ἡδονή) na mitologia grega, é a daemon ou deusa do prazer. Filha de Eros e Psiquê, nasceu no Olimpo após Hermes ter ajudado a sua mãe a voltar do Tártaro com a beleza de Perséfone. O seu nascimento foi o estopim para que a sua mãe fosse imortalizada como deusa. É classificada como uma das daemones gregas pois mexe diretamente com a ligação corpo-espírito dos seres humanos. Dotada de luxúria e persuasão é representada como uma mulher com asas de borboleta. Hedonê nunca se casou ou teve filhos, mas admirava e conhecia a história dos pais, uma história bastante bonita e amorosa, conhecida por muitas pessoas.

É referida na filosofia epicurista pois como um daemon, é fruto da união da paixão com a alma. Mediante uma analogia, desenvolveu-se o termo hedonismo (culto ao prazer); sendo Hedonê que é literalmente "prazer" em grego arcaico. Sua correspondente da mitologia romana é Volúpia (em latim: Voluptas) Seu oposto é algea, as daemones da dor e espíritos femininos que trazem tristezas e lágrimas aos homens.