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O Conselho Olimpiano.

Os deuses são imortais divinos que controlam as forças da natureza. Existem doze deuses principais que governam o universo, os Olimpianos, que estão sob o domínio absoluto de Zeus, o deus do céu. Há muitos outros deuses menores que têm poucos, embora necessários, propósitos ao mundo.

Olimpianos e deuses menores

Olimpianos

Deuses Menores

História

Busto de Zeus.

Quando Cronos tomou o lugar de Urano, tornou-se tão perverso quanto o pai. Com sua irmã Réia, procriou os primeiros deuses Olimpianos (Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poseidon e Zeus), mas logo os devorou enquanto nasciam, por medo de que um deles o destronasse. Mas Zeus, o filho mais novo, com a ajuda da mãe, conseguiu escapar desse destino e travou uma guerra contra seu progenitor, cujo vencedor ganharia o trono dos deuses. Ao final, com a força dos Ciclopes – a quem libertou do Tártaro – Zeus venceu e condenou Cronos e os outros Titãs na prisão do Tártaro, depois de obrigar o pai a vomitar seus irmãos. Para a mitologia clássica, depois dessa destituição dos Titãs, um novo panteão de deuses e deusas surgiu. Entre os principais deuses gregos estavam os olímpicos - cuja limitação de seu número para doze parece ter sido uma idéia moderna, e não antiga - que residiam no Olimpo abaixo dos olhos de Zeus. Nesta fase, os olímpicos não eram os únicos deuses que os gregos adoravam: existiam uma variedade de divindades rupestres, como o deus-bode Pã, as ninfas— Náiades (que moravam nas nascentes), Dríades (espíritos das árvores) e as Nereidas (que habitavam o mar) —, deuses de rios, Sátiros e outras divindades que residiam em florestas, bosques e mares. Além dessas criaturas, existiam no imaginário grego seres como as Erínias (ou Fúrias) (que habitavam o submundo), cuja função era perseguir os culpados de homicídio, má conduta familiar, heresia ou perjúrio.

Para honrar o antigo panteão grego, compôs-se os famosos hinos homéricos (conjunto de 33 canções). Alguns estudiosos, como Gregory Nagy, consideram que os hinos homéricos são simples prelúdios, se comparado com a Teogonia, onde cada hino invoca um deus. No entanto, os deuses gregos, embora poderosos e dignos de homenagens como as presentes nestes hinos, eram essencialmente humanos (praticavam violência, possuíam ciúme, coléra, ódio e inveja, tinham grandezas e fraquezas humanas), embora fossem donos de corpos físicos ideais. De acordo com o estudioso Walter Burkert, a definição para essa característica do antropomorfismo grego é que "os deuses da Grécia são pessoas, e não abstrações, idéias ou conceitos". Independentemente de suas formas humanas, os deuses gregos tinham muitas habilidades fantásticas, sendo as mais importantes: ter a condição de ser imúne a doenças, feridas e ao tempo; ter a capacidade de se tornar invisível; viajar longas distâncias instantaneamente e falar através de seres humanos sem estes saberem. Os gregos consideravam a imortalidade — que era assegurada pela alimentação constante de ambrosia e pela ingestão de néctar — como a característica distintiva dos deuses.

Forma Divina

Os Deuses, em sua forma natural, com plenos poderes, emanam uma luz divina tão intensa que nenhum mortal, monstro ou mesmo semideus pode sobreviver a olhar. Para interagir com os mortais e os heróis, os deuses assumem uma forma menor, que possa ser observada com segurança. Deuses podem ficar em sua forma divina se desejarem ou até involuntariamente se experimentarem emoções intensas. Mas isso agora é questionado porque em O Herói Perdido, Jason viu a forma divina de Hera e sobreviveu.

Contraparte Romana

Como eles seguem o fluxo da civilização ocidental, os deuses mudam um pouco para refletir a cultura do país que atualmente residem. Normalmente, este tem apenas um efeito pequeno e não são permanentes, como Zeus vestindo ternos de grife e o carro de Apolo ser um carro esporte. Mas os deuses residiram em Roma quase tanto tempo quanto na Grécia, e, portanto, cada deus tem um aspecto Romano para si. Nesta forma, os deuses tornaram-se mais disciplinados, guerreiros e militaristas assim como o antigo Império Romano. Como deuses romanos, eles raramente interagem com os mortais, mas quando isso acontece, eles geram semideuses romanos que conhecem apenas a contraparte romana, falam latim e herdam a disciplina dos seus pais. Estes semideuses romanos são enviados para ser treinados por Lupa no Acampamento Júpiter, em algum lugar de São Francisco.

Leis Divinas

  • Nenhum deus pode roubar o símbolo do poder de outro diretamente. Isso se aplica tanto os Titãs quanto aos Olimpianos.
  • Nenhum deus pode entrar no domínio de outro, a menos que seja convidado. Os deuses conhecidos que podem viajar livremente são Hermes e Iris, sendo que ambos são os deuses mensageiros.
  • Quíron afirma que os imortais só podem lutar contra semideuses depois de serem desafiados ou atacados primeiro (no entanto os titãs ignoram essa regra).
  • Os Três Grandes foram proibidos de ter filhos com mortais após a Segunda Guerra Mundial graças a uma profecia que dizia que uma criança filha de um dos Três Grandes deuses ao completar 16 anos faria uma decisão que salvaria ou destruiria o Olimpo (a criança da profecia é Percy Jackson). Esta regra foi quebrada por Zeus e Poseidon, Zeus quebrou-a tendo Thalia Grace e Jason Grace. Poseidon quebrou a regra por ter Percy Jackson. Hades foi o único deus dos três grandes que se manteve fiel à regra (pois Bianca e Nico di Angelo nasceram durante a Segunda Guerra Mundial). Esta regra foi banida no final de O Último Olimpiano.

Fraquezas

Os deuses podem ser feridos por armas sobrenaturais, como as feitas de bronze celestial, ferro estígio e ouro imperial. Se o domínio de um deus é atacado, ele assume outra forma, representando o estado de seu domínio, como Poseidon fez quando Oceano atacou seu palácio em O Último Olimpiano. Deuses que são esquecidos perdem a vontade de viver, seja por falta de culto ou de diminuição de seu domínio. Deuses como , Hélio(que foi substituido por Apolo)e Selene (que foi substituida por Artermis) desaparesceram porque seu reino era muito pequeno para governar (Pã), ou tornaram-se desnecessários pois seu trabalho foi dado para outros deuses (Hélio e Selene). No entanto, como os Titãs foram capazes de sobreviver apesar da falta de culto e perda de seus domínios a chave deles foi a vontade de viver. Se seus tronos ( ou outras fontes de poder) forem destruídos, eles também irão desaparecer ou tornarem-se tão enfraquecidos que não poderiam mais tomar forma física, como afirma em Prometeu em O Último Olimpiano.

Se um deus ou deusa está preso (em uma prisão mágica), seu poder é inútil. Um exemplo disso é Hera sendo presa em uma gaiola em O Herói Perdido ou Artemis depois de ter sido enganada para segurar o céu no lugar Annabeth durante A Maldição do Titã.

Curiosidades

Em As Crônicas dos Kane, há referências de "outros deuses" que os egípcios não gostam de interagir, muitas vezes evitando ir a Manhattan. Isto parece implicar que os deuses gregos e egípcios podem coexistir no mesmo mundo e que eles estão conectados à civilização ocidental. A natureza de sua conexão, se houver alguma, é desconhecida, embora Toth disse que já conheceu Hermes.

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